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Morgan Stanley vê tese de “ouro digital” como forte para o Bitcoin

Amy Oldenburg, da Morgan Stanley, afirma que a tese de “ouro digital” para o Bitcoin é forte, mas quer ver o ativo se comportando mais como ouro e menos como um ativo de risco.

Redação POD Cripto News · 2 min de leitura
Morgan Stanley vê tese de “ouro digital” como forte para o BitcoinFoto: Reprodução/Bitcoin Magazine

Foto: Reprodução/Bitcoin Magazine· Imagem reproduzida de Bitcoin Magazine

A executiva Amy Oldenburg, da Morgan Stanley, disse que a tese do Bitcoin como “ouro digital” é uma justificativa sólida para o ativo. A avaliação foi feita em uma conversa sobre o papel do BTC em carteiras de investimento e sobre os fatores que hoje influenciam a demanda pela criptomoeda.

Segundo Oldenburg, a expectativa é que o Bitcoin passe a se comportar mais como ouro e menos como ativos de risco. Ela também destacou que a correlação entre o BTC e o metal precioso é um ponto importante para entender como investidores institucionais enxergam a criptomoeda.

Pressões sobre a demanda

Na visão da executiva, stablecoins, que são criptomoedas pareadas a ativos como o dólar, preocupações com risco quântico, inteligência artificial e inflação estão entre os temas que pesam na demanda por Bitcoin. Ela afirmou que não quer que um único dia ou um único dado de inflação defina a leitura sobre o ativo.

Oldenburg também comentou o interesse de clientes na ETF spot de Bitcoin da Morgan Stanley. ETF spot é um fundo negociado em bolsa que acompanha o preço do ativo físico ou subjacente, neste caso o Bitcoin. No diálogo, ela abordou ainda a migração de BTC em autocustódia para cotas de ETF e a possibilidade de tomar empréstimos com garantia em ETFs de Bitcoin e no próprio Bitcoin à vista.

Tokenização e IA no radar

A executiva tratou também de tokenização, processo em que ativos passam a existir em formato digital em uma blockchain, e disse que a tecnologia pode transformar praticamente todas as classes de ativos. Ela mencionou o laboratório de ativos digitais da Morgan Stanley como parte desse acompanhamento de tendências.

Outro ponto citado foi o avanço dos agentes de inteligência artificial e o impacto disso em uma possível economia agentic, em que sistemas autônomos executam tarefas e transações. O conteúdo reforça que, para grandes instituições, Bitcoin, stablecoins, tokenização e IA já fazem parte da mesma conversa sobre a próxima fase dos mercados digitais.

Com informações de Bitcoin Magazine.

Conteúdo informativo. Não é recomendação de investimento.

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